A disputa está acirrada. Agora tenho dúvidas quanto a quem é mais despirocado nesta joça de conjuntinho. Vês? Enquanto um quer matar o outro quer morrer. O outro se derrama em pranto e rancor, enquanto um deles se esfacela de felicidade. Eros e Thanatos também digladiam entre outros dois...
Mas o assunto principal de hoje nada tem a ver com a introdução! Na verdade eu queria comentar um assunto já muito comentado e nem um pouco jocoso: o búlim (do inglês bullying). Os jovens não são orientados desde a tenra idade a conviver com as diferenças; não são esclarecidos sobre as características particulares que fazem parte do outro, sejam elas físicas, psicológicas etc. Então crescem piadando tudo o que foge ao "padrão"...
E sabe quando percebem que tal atitude faz mal? Quando é tarde demais. Quando não há mais nada a fazer. Eu, infelizmente, digo isso por experiência própria, e sou grato a Deus por não ter sofrido as consequências de chacotear alguém. Minha maturidade e minha introspecção (quando cito minha viagem para dentro de mim mesmo, refiro-me a um momento particular) me ajudaram a enxergar o quanto fui cruel em certas situações. Não que a situação não fosse engraçada, o caso é que perdi o bom senso e extrapolei, fui além, ultrapassei o limite em que deveria ter percebido que era hora de parar...
Felizmente, tive a oportunidade de me desculpar. E fiquei extremamente contente ao saber que "minha eventual vítima de outrora" superou o momento, seguiu com seus objetivos, os alcançou e continua firme e forte, trabalhando e evoluindo seus estudos, pois já conseguiu, inclusive, o diploma de Graduação.
Mas o assunto principal de hoje nada tem a ver com a introdução! Na verdade eu queria comentar um assunto já muito comentado e nem um pouco jocoso: o búlim (do inglês bullying). Os jovens não são orientados desde a tenra idade a conviver com as diferenças; não são esclarecidos sobre as características particulares que fazem parte do outro, sejam elas físicas, psicológicas etc. Então crescem piadando tudo o que foge ao "padrão"...
E sabe quando percebem que tal atitude faz mal? Quando é tarde demais. Quando não há mais nada a fazer. Eu, infelizmente, digo isso por experiência própria, e sou grato a Deus por não ter sofrido as consequências de chacotear alguém. Minha maturidade e minha introspecção (quando cito minha viagem para dentro de mim mesmo, refiro-me a um momento particular) me ajudaram a enxergar o quanto fui cruel em certas situações. Não que a situação não fosse engraçada, o caso é que perdi o bom senso e extrapolei, fui além, ultrapassei o limite em que deveria ter percebido que era hora de parar...
Felizmente, tive a oportunidade de me desculpar. E fiquei extremamente contente ao saber que "minha eventual vítima de outrora" superou o momento, seguiu com seus objetivos, os alcançou e continua firme e forte, trabalhando e evoluindo seus estudos, pois já conseguiu, inclusive, o diploma de Graduação.
(...)
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